Festival Literário de Arapiraca
Estive no Festival Literário de Arapiraca no dia 30 de agosto de 2026, a convite de Carla Emanuelle, Presidenta da Academia Arapiraquense de Letras e Artes (ACALA) e Presidente da União Brasileira de Escritores (núcleo Arapiraca), para participar do evento, que aconteceu no Planetário e Casa da Ciência.
Ao chegar ao Planetário, fui acolhido pela recepção, que me direcionou para um local na Praça dos Escritores, onde expus o livro Muritaê para venda, acompanhado de um Café Literário. Como sempre, conheci novos escritores e trocamos ideias e experiências. Neste dia, houve o Encontro das Academias de Letras de Alagoas, lançamentos de livros, sessões de autógrafos, saraus literários, exposições culturais e artísticas, encontros entre autores, leitores e convidados, além de espaços de diálogo, networking e troca de experiências.
| Muritaê e As Aventuras de João da Catingueira |
Nisso, conheci o professor Bruno Barros, de Belo Monte, Alagoas, autor de Pequenos Contos, que expunha uma coletânea de textos escritos por seus alunos dos nonos anos, intitulada VOZES JOVENS DA ESCOLA: POEMAS, CORDEL, CONTOS E NARRATIVAS. Trocamos ideias sobre o projeto desenvolvido por Bruno e o parabenizei pelo incentivo à construção do pensamento por meio da escrita literária.
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| Professor Bruno, suas alunas e Ron Perlim |
Depois de algum tempo, fui para o auditório, onde ouvia atentamente a palestra do professor Dr. Moézio de Vasconcelos Costa, ex-presidente da APLAC (Penedo, AL) e presidente da Federação das Academias de Letras, Artes, Cultura e Ciências (FALACAL). Em seu discurso, ele teceu duras críticas às academias de letras, aos apadrinhamentos e às injustiças que estas praticam nas escolhas de seus membros. Para ele, trata-se de “uma prática desonesta”. Dentro desse contexto, criticou severamente a inadimplência dos membros, afirmando que estes deveriam ser expulsos.
| Professor Dr. Moézio |
No período da tarde, fui ao auditório do Planetário para falar sobre o livro Muritaê e sua importância literária e cultural, escrito por mim e por Nhenety. Na mesma mesa, estavam o escritor Ari Lins Pedrosa e a jovem escritora Manuella Silva.
| Auditório do Planetário com vários autores |

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