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5 de nov. de 2014

A cadeira de balanço de Sophós

Sophós estava na companhia de alguns conhecidos, mas seus pensamentos estavam dispersos. Cutucado por alguém, não deu importância. Levantou-se, cumprimentou a todos e se foi. Alguns fizeram mal, resmungando entre si. Em casa, sentou-se na cadeira de balanço. Pensava: "Não me adapto ao meio. O meio que é meu e que está fora de mim. Eu diferente, indiferente as faces que me roubam. Roubam...
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1 de jul. de 2013

Casal a quatro

— Já leu a Bíblia? — Desde quando você se interessa pela Bíblia, aliás, por qualquer livro? Eu nunca o vi lendo livro algum ou comprando. Que interesse súbito é esse por leitura? — Todas as pessoas tem o direito de mudar. Já ouviu falar em Augusto Cury? — Já! O que tem ele? — Estava conversando com Mateus e ele citou esta frase: “Só não muda de ideia quem não tem ideia”....
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26 de fev. de 2012

Espiando da janela

I  Porque uma coisa é sentir a vida, outra, é você vivê-la, apalpá-la. Tarefa difícil e constrangedora. Não é uma coisa dada de graça. É para os que crescem e não para os que se entretêm só com este mundo.  II Não é difícil está em uma janela. Difícil é enxergar por ela o corre-corre, o dia-a-dia da cabeça. III Não chamarei de coisa viva aquilo que apresenta movimento (obs.:...
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9 de out. de 2011

Sophós e o chinelo de dedo

Estava Sophós observando as nuvens se tornarem farrapos e o sol cagando para o mundo. Neófito apareceu, dispersando as suas reflexões. Sophós permaneceu em silêncio, intensificando a palidez da face dele. Sem desistir, principiou este diálogo: — Sophós, estava eu pensando a respeito da palavra crente e resolvi perguntar a Aurélio. Ele me mostrou vários significados, mas foi o de sentido religioso...
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22 de mai. de 2011

A compreensão do conhecimento

  "A vida sem reflexão não merece ser vivida" Sócrates  Estive pensando estes dias nas incertezas que me vêm à cabeça sem que eu espere ou queira. As incertezas da Ciência, do Céu, do inferno e da Política. Pergunto a mim o que faço aqui, neste mundo que perdeu a graça diante das minhas retinas fatigadas pela incompreensão do homem pelo homem. Os meus pés dormem dentro...
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7 de mai. de 2011

III - A incompreensão

O meu medo, talvez o maior de todos, é de ser incompreendido. A incompreensão é um dos sentimentos mais injustos que alguém pode sofrer. É uma das formas de oprimir o semelhante. Quando se é incompreendido, a alma se torna frágil, dando aos seres espaço para outros sentimentos. A incompreensão é um modo de não aceitar o outro, as fraquezas do outro, causando deste modo; frustrações, perda,...
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1 de mai. de 2011

II - A compreensão

  Abraço a compreensão e a quero sem receios. Sei que ela abre a mente e o peito. É uma espada que me faz lutar com mais precisão. Me fortalece, reveste o meu âmago de coisas novas e boas. Me apaixonei por ela desde o dia que os meus olhos  estavam avermelhados de dor. Foi ela quem os abriu. Desde quando bocejava, molhava os cílios, que ela veio gentil e pôs a mão sobre mim. A compreensão...
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23 de abr. de 2011

O amor morreu?

Amor surge a cada dia e ele não me comove. O amor de ontem, sem vento, sem dia. Apenas pequeno e sem Grécia não me move. O amor que um dia sonhou por mim, hoje me é estranho e sem nome. O amor que eu não quero entre as minhas pernas, nem nos meus lábios. O amor precisa reviver, pois, está semimorto no meio do caminho. Estive estes dias consultando o Silveira Bueno. No meio de tantas, me...
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