O menino no sangue, o menino no asfalto era um menino antes que um carro bêbado o atropelasse.
As pessoas passam, olham; umas torcem a cara. É horrível! Outras torcem o nariz… Mas o corpo do menino está lá no sangue, no asfalto. E ninguém pensou no blindado de esperança de que ele se revestia não o fez intacto da morte.
Quando penso no sangue daquele menino que, talvez, quisesse ser...
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15 de jun. de 2012
12 de mar. de 2012
Claro verbo trágico
Amor é o sexo aberto de uma
prostituta cínica,
Ou o de uma moralista suando fremindo
em voluptuosa lascívia.
Solidão é um porre, um café, um
cigarro. Andar só por entre as pessoas pelas ruas e ser só noite avessa noite
escura.
Amar, amar os amigos mortos, os
parentes mortos,
E todos os que estão distante e a
qualquer momento temos esperanças de rever.
Amar a tia do jardim escolar,
Amar aquela professora da 5ª ou 8ª
série do colegial que,
Por...
13 de jan. de 2012
Retrato em preto e branco
Não me pergunte desta expressão de Napoleão voltando da Rússia, de herói de fábulas
Sem feitos heroicos
Sem campo de flores sem romance sem nada.
Esta aparência de cadáver, de corpo sem sombra,
De vulto que vai longe
É o retrato meu que você pintou.
Wellington Liberato dos Santo...
18 de dez. de 2011
Poema I
Dentre o barro e o asfalto surge a minha poesia,
de rústico pedregal
e perfume de eucalipto.
Wellingto Liberato dos Santo...
A etérea

Existe um rio de calma em ti.
Circula sobre ti um céu anilado
Um bocejo sem pressa
Um riso agraciado.
Os modos de você se portar fixam sua personalidade genérica
Na sua geometria exponencial de ser.
Você tem no corpo a essência dos bálsamos do mar,
o cheiro saboroso do limão
- Em você todos os pensamentos que me inspiram sublimição.
Wellingto Liberato dos Santo...
10 de jul. de 2010
Mensagem para uma inscrição
Quando você for ao monte contemplar
Este mundo triste dos vivos
Você seguirá voando pelos penhascos sem
Ponte,
Com sua asa, sua dor, seu sorriso
Toca seu banjo, sua harpa
Sua flauta seu flautim seu violão
Toca a guitarra seu teclado seu piano
Ou qualquer misterioso instrumento de anjo
Só não se sinta triste
Quando eu tiver chorando você.
É porque você existe,
E eu morro de vontade...
7 de jan. de 2010
A minha caixinha de música

A minha caixinha de música
Não entrou para o ouvido.
Hoje mesmo ela tocou uma acústica
Lá do alto ao meu ouvido.
Daí de cima a tua harpa,
Em escala musical, me atravessou como uma farpa
Com tua canção maternal.
Mãe, por que você olha mesmo
Pra este filho ingrato,
Que faz poemas tão feios
Indizíveis, chatos
Cheios de rodeios
Para o teu seio etéreo e nato?
LIBERATO, Wellington....
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